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Melhoria na gestão dos empreendimentos é apontada como avanço durante oficina de formação de jovens

Melhoria na gestão dos empreendimentos é apontada como avanço durante oficina de formação de jovens

A melhoria na gestão dos empreendimentos foi apontada por jovens assessores de comunidades rurais como um dos avanços conquistados a partir da assessoria técnica desenvolvida através do Projeto Bahia Produtiva. A avaliação foi evidenciada durante a Oficina de Formação para os Agentes Comunitários de Apicultura (ACAs) e Agentes Comunitários Rurais (ACRs), que foi realizada de maneira virtual pelo Irpaa nos dias 24 e 25 de novembro.

“Elas [as beneficiárias na comunidade] não tinham a preocupação de saber o que gastavam para produzir. Hoje elas acompanham o custo de produção”, conta Luan Campos, ACR da Associação de Moradores e Produtores de Fazenda Boa Vista, Curralzinho e Adjacências, em Casa Nova-BA.

Outro participante do evento que falou da importância da gestão para as famílias foi Alberto Barreto, que atua na Cooperativa dos Pequenos Apicultores de Campo Alegre de Lourdes - Coapical. O ACA contou que utiliza os dados da produção para estimular as famílias.

Em concordância com Alberto, Artenia Almeida, colaboradora do Irpaa, defende ainda que a gestão se torne um dos pilares dos empreendimentos, sejam estes familiares ou coletivos. Na opinião dela o debate da gestão é fundamental para o bom funcionamento, pois os empreendimentos são muito importantes na geração de renda para as famílias, o que contribui para a melhoria de vida do povo do Semiárido.

“No projeto quando a gente está falando sobre comercialização a gente faz questão de falar sobre gestão, principalmente gestão financeira”, comenta Artenia, ligando o aumento da renda à possibilidade de melhorar a qualidade de vida das famílias assessoradas. “A gente precisa se preocupar com a gestão do empreendimento, porque é este empreendimento que está gerando renda para as famílias”, aprofunda a colaboradora do Irpaa.

Artenia avalia que o debate sobre gestão, assim como outros temas, foi rico graças à participação de todas/os envolvidas/os na formação. De acordo com ela, a troca de conhecimento aconteceu “de uma forma aberta, onde todos que quiseram, puderam falar sobre as experiências que já tinham vivido, sobre os conhecimentos que já tinham obtido em outras formações e falar sobre suas experiências que deram certo ou até mesmo que deram errado”, explica Artenia.

Para Elisângela Silva, que integra a diretoria da Associação de Cacimba do Zé Vitor, em Casa Nova, o conhecimento socializado durante a formação pode fortalecer muito os grupos. Na opinião da dirigente, “todas as apresentações que foram feitas, se aplicadas corretamente, terão o retorno garantido”, projeta ela que participou da atividade, já que a associação encontra-se sem ACR.

A realização do evento através da internet possibilitou a participação de Gilvânia Santana, ACR da comunidade de Lagoa do Boi, em Juazeiro. A jovem passou recentemente por um processo cirúrgico e está em recuperação, mas participou de todos os momentos da formação. “Eu estou de atestado porque fiz uma cirurgia, mesmo assim não deixei de participar. Como era online, não tive problema nenhum [...] Para mim foi um ótimo aprendizado”, pontua Gilvânia. “Apesar de todas as dificuldades que a gente está enfrentando por causa da pandemia a gente conseguiu realizar uma oficina muito boa, os assuntos foram bastante produtivos”, avalia Gilvânia.

Na tarde do segundo dia de formação os/as ACAs e ACRs participaram do seminário técnico-científico “Elementos Centrais da Convivência com o Semiárido”, que fez parte das atividades em celebração aos 30 anos de trabalho do Irpaa pela Convivência com o Semiárido.

O Projeto Bahia Produtiva é executado pela Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR), por meio da Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), empresa do Governo do Estado da Bahia, que conta com recursos advindos de um acordo de empréstimo com o Banco Mundial. Através do Bahia Produtiva o Irpaa assessora 24 empreendimentos (associações e cooperativas) em oito municípios do Território Sertão do São Francisco.

Texto e foto: Comunicação do Irpaa
 


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