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Em mais um encontro Irpaa avalia ações de assessoria técnica e extensão rural à agricultores/as familiares

Em mais um encontro Irpaa avalia ações de assessoria técnica e extensão rural à agricultores/as familiares

Em continuidade as ações do Projeto de Assessoria Técnica e Extensão Rural do Plano Brasil Sem Miséria (Ater-PBSM), do Governo Federal, o Irpaa reuniu esta equipe para analisar as ações realizadas em nove meses de trabalho e planejar as atividades até o próximo ano. Este IV Encontro da equipe de Ater- PBSM, aconteceu de 06 a 08 de novembro de 2013, no centro de Formação Dom José Rodrigues, Juazeiro – BA, com a participação de cerca de 40 pessoas que atuam diretamente com as famílias beneficiárias do projeto.

Como parte do planejamento, a equipe discutiu sobre a implementação dos projetos produtivos de cada família assessorada pela Instituição. Além deste momento, foi realizada mais uma formação continuada da equipe com a palestra “Produção Sustentável no Semiárido”, ministrada por colaboradores do Eixo de Produção do Irpaa.

O coordenador do Ater/MDA, Tiago Pereira explica que a avaliação das ações realizadas está se dando a partir de cinco temáticas prioritárias, três dessas definidas a partir da Política Territorial, e sistematizada no Plano de Desenvolvimento Sustentável do Território Sertão do São Francisco: a Convivência com o Semiárido, o fortalecimento das ações sociais, da organização da produção para a comercialização, e duas definidas no Plano Brasil Sem Miséria – PBSM: a implementação do projeto de estruturação produtiva e do acesso as políticas públicas.

Ele lembra que desde março que a equipe tem se adentrado nas comunidades rurais do Território Sertão do São Francisco com diversas ações, previstas na Ater-PBSM, voltadas para famílias no contexto da pobreza extrema para que estas pudessem participar deste projeto, além de animá-las a acessar as políticas públicas voltadas para a agricultura familiar. “A gente já sabe os anseios e as potencialidades que tem cada família nas Unidades de Produção Familiar – UPF e comunidades dessas, e nos últimos meses nós já começamos a desenvolver uma ação mais direcionada, isso foi possível por meio dos 2.500 diagnósticos e projetos já realizados”, informa Tiago.

Para a técnica de campo do município de Curaçá, Barbará Cunha, o acompanhamento das famílias ao longo destes meses permite ter vários retratos das comunidades rurais, além de enfrentar vários desafios, com vista à intervenção do trabalho do Irpaa de mobilização social para a convivência com o Semiárido. O que ela tem visto de positivo é uma grande vontade das famílias de tocarem as suas produções familiares com técnicas simples e agroecológicas, e que as ações da instituição tem colaborado com estas pessoas, por exemplo, no controle de pragas com produtos naturais, acesso a diversas informações, além de formar multiplicadores.

Em relação à implementação dos projetos produtivos, Cícero Félix, coordenador, explica que estas interferências são ações necessárias para garantir os direitos sociais destes cidadãos da região semiárida do país, mas elas sozinhas não resolvem todos os problemas existentes. É preciso considerar uma série de ações estruturantes e relacionadas entre sim e com o contexto local para que o homem do campo tenha condições dignas de viver, como a criação e a implementação de uma Política Nacional de Convivência com o Semiárido.

Ainda de acordo com Tiago, é preciso contextualizar a proposta da convivência no trabalho cotidiano de Ater, levando em consideração diversos fatores. “Tendo em vista que as ações de Ater são processuais e elas precisam ser bem planejadas, a gente precisa levar em consideração os vários elementos cotidianos de vida destas famílias, que perpassa por morar na terra de fato e de direito, por desenvolver uma produção cada vez mais sustentável... a partir daí a gente possa desenvolver uma intervenção de Ater holística e direcionada para o meio rural, considerando as especificidades de cada ecossistema que trabalhamos”, considera o coordenador.

O Projeto de Ater- PBSM é desenvolvido pelo Irpaa em parceria com o Ministério de Desenvolvimento Agrário (MDA), por meio da SAF/DATER. Desde o início do projeto estes encontros são realizados a cada dois meses com todos/as da equipe.
 

Texto e Foto: Comunicação Irpaa


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